Muito sem tem ouvido e lido sobre a falta de profissionais de logística em Pernambuco. O que é verdade.
Mas também há muita gente desempregada. Ouço muitos alunos reclamarem que após conclusão de um curso na área não conseguem emprego.
O que acontece? Será que somente a prática é que tem peso nas contratações? Não é bem assim...
Atualmente vemos muitas instituições oferecendo cursos de logística e centenas de alunos saindo desses cursos. Mas a questão é a qualidade do ensino.
A maioria sai desses cursos despreparado para as situações que vão enfrentar no dia-a-dia e mesmo que consigam emprego, não se mantém por muito tempo.
As instituições ensinam o que "prende" o aluno até o fim do curso, e é flexível demais no conteúdo apresentado e os modifica de forma a facilitar para que ele consiga o diploma.
Tenho conversado com profissionais da área que também lecionam e a maioria concorda que falta base nesses alunos.
É claro que a culpa não é só da instituição. O aluno também tem que se empenhar e cobrar da instituição
qualidade no ensino e não "pontinhos" na nota.
É certo que aqueles alunos que se destacam sempre conseguem emprego, as vezes antes da conclusão e convidados por seus professores, que são sempre profissionais atuantes e enxergam neles potencial, determinação e vontade de sempre aprender.
Dicas pra quem quer fazer um curso, mas não conhece a área:
- Procure conversar com profissionais de vários níveis e setores da logística e conheça suas rotinas de trabalho;
- Visite alguma empresa e veja como funciona na prática;
- Escolha com cuidado a instituição que vai cursar. Peça sempre o conteúdo programático e mostre a alguém da área;
- Converse com pessoas que já tenham estudado nessa instituição e saiba suas impressões;
- As redes sociais também podem fornecer impressões sobre a instituição;
- Cuidado com promessas de conhecimento rápido, indicação para emprego, etc.
Este blog destina-se a compartilhar conhecimentos e experiências na área de logística. Alunos, profissionais e interessados em logística serão bem-vindos. Contribuam com comentários, artigos, divulgação de eventos,oportunidades de trabalho, etc.
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Reestruturação de curso
O Curso de Serviços e Operações Portuárias do SENAC será reestruturado no próximo semestre e será renomeado para LOGÍSTICA PORTUÁRIA.
A nova estrutura levará em conta mais aspectos operacionais da gestão portuária e seus serviços agregados como transporte e armazenagem.
Pra quem tem interesse em conhecer como funciona o porto, como as empresas se relacionam com ele e como Suape se tornará um porto concentrador de cargas da América Latina, esse curso é uma boa opção.
Divulgarei posteriormente as datas.
A nova estrutura levará em conta mais aspectos operacionais da gestão portuária e seus serviços agregados como transporte e armazenagem.
Pra quem tem interesse em conhecer como funciona o porto, como as empresas se relacionam com ele e como Suape se tornará um porto concentrador de cargas da América Latina, esse curso é uma boa opção.
Divulgarei posteriormente as datas.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Resolução da ANTT acaba definitivamente com a carta-frete
A Resolução da ANTT Nº 3.658/11 publicada em 19 de abril de 2011, proíbe qualquer meio de pagamento ao Transportador Autônomo de Cargas (TAC) que não seja em depósito em conta corrente ou através de meios de pagamentos eletrônicos, através de administradoras de meios de pagamento devidamente habilitadas pela ANTT.
A carta frete foi utilizada por mais de 50 anos no Brasil e consistia em uma espécie de carta de crédito emitida pela transportadora e "resgatada" em postos de combustíveis escolhidos por ela. Os caminhoneiros autônomos eram obrigados a utilizar um percentual da carta-frete em combustível e a diferença era paga pelo posto em dinheiro ou cheque e posteriormente cobrado a transportadora.
A União Nacional dos Caminhoneiros (UNICAM) comemora a resolução: “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica José Araújo "China" da Silva presidente da entidade.
Fonte: Portal Logweb e ANTT
A carta frete foi utilizada por mais de 50 anos no Brasil e consistia em uma espécie de carta de crédito emitida pela transportadora e "resgatada" em postos de combustíveis escolhidos por ela. Os caminhoneiros autônomos eram obrigados a utilizar um percentual da carta-frete em combustível e a diferença era paga pelo posto em dinheiro ou cheque e posteriormente cobrado a transportadora.
A União Nacional dos Caminhoneiros (UNICAM) comemora a resolução: “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica José Araújo "China" da Silva presidente da entidade.
Fonte: Portal Logweb e ANTT
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